terça-feira, 4 de abril de 2017

"A Força do Querer" tem uma estreia morna

"Querer... querer não é sonhar. Querer é se jogar. Querer é trabalhar, superar, realizar. Querer não é desejo, desejo sem suor. Querer é movimento, insistência, persistência, o meu melhor." O teaser de "A Força do Querer" apresentou essa mensagem para o público, iniciando uma espécie de descrição a respeito da motivação dos personagens da nova novela das nove, que estreou nesta segunda-feira (03/04), substituindo a problemática e desfigurada "A Lei do Amor". A responsabilidade de Glória Perez, agora, é recuperar a audiência do horário nobre ---- afinal, ironicamente, sua 'tarefa' com "Salve Jorge" (2013) era manter o imenso sucesso de "Avenida Brasil", falhando na missão.


Pela primeira vez, após várias novelas, a autora não abordará cultura de outros países e focará exclusivamente no Brasil. Tanto que a história começou na fictícia vila do Parazinho, no Pará, tendo a sensual Ritinha (Isis Valverde) como figural central. Ela é uma das três protagonistas do enredo, dividindo o posto com Bibi Perigosa (Juliana Paes) e Jeiza (Paolla Oliveira). Glória adotará um esquema de rodízio de protagonismos, mesclando as três futuramente, tendo a policial vivida por Paolla como elo de ligação, pois a mesma se envolverá com o ex de Ritinha (Zeca - Marco Pigossi) e tentará prender Bibi ---- que vira a Baronesa do Pó após se envolver com um traficante (Rubinho - Emílio Dantas).

O curioso é que na estreia só uma protagonista apareceu de fato e ainda assim bem pouco. O desgaste da relação de Bibi com Caio (Rodrigo Lombardi) foi exposto, para logo depois vir o término e a junção definitiva dela com Rubinho. Já a sensual Ritinha só apareceu nos minutos finais, nadando no rio em meios aos peixes. Nada de Jeiza.
A novela teve uma primeira fase que durou meio capítulo, começando através do afogamento que vitimou Ruy (Fiuk) e Zeca quando crianças, provocando o desespero do pai Eugênio (Dan Stulbach) e Abel (Tonico Pereira) ---- aliás, os dois veteranos emocionaram. Os meninos foram salvos por índios e acabaram unidos por um chá e um colar que um xamã os deu.

A primeira fase foi retratada há cerca de 20 anos e também focou no núcleo protagonizado por Lilia Cabral e Humberto Martins, cujo enredo será o vício de Silvana em jogos de azar. Já ficou claro que o marido Eurico desaprova a atitude da mulher , embora os dois se amem. Os atores prometem uma boa sintonia em cena e têm química. Outro núcleo que foi iniciado já na estreia foi o convidativo drama em torno da menina que não aceita ser quem é. A abordagem em cima do transgênero é muito importante e tem tudo para ser o conflito mais atrativo da trama. Maria Fernanda Cândido vive a perua Joyce, que tenta a qualquer custo deixar a filha Ivana um clone seu ---- desde criança, como foi mostrado no início. Carol Duarte faz sua estreia na televisão vivendo essa difícil personagem e será desafiada ao extremo.

A estreia foi morna, sem grandes acontecimentos ou maiores conflitos. Parecia um capítulo qualquer e não o primeiro. Não é um elogio e nem uma crítica, apenas uma constatação. Pode até refletir em algo bom porque vários novelas que começaram prometendo muito decepcionaram depois. Mas pode também implicar em um enredo pouco empolgante. Só o tempo mesmo dirá se a produção é boa mesmo ou não. A direção de Rogério Gomes é caprichada, valorizando belas imagens e abusando de uma linda fotografia. A trilha incidental (de Rodolpho Rebuzzi) demonstra um costume do diretor que precisa ser renovado, pois remete imediatamente a outras novelas dirigidas por ele, como "Além do Tempo", "Morde & Assopra", "Império", "Amor Eterno Amor", entre outras. Mas é um profissional de talento que engrandece qualquer trabalho e Glória fez bem em tê-lo ---- é a primeira parceria deles.

A abertura deixou a desejar, em virtude da pouca inspiração das imagens, embora "O Quereres", cantada por Caetano Veloso (e que também foi tema de abertura da série "Divã", em 2011) seja linda. Outra situação que incomodou foi a semelhança da relação entre Eugênio e Eurico com os conflitos entre Raul (Alexandre Borges) e Ramiro Cadore em "Caminho das Índias". Os irmãos que brigam pelo controle da empresa foi visto na novela anterior da autora e coincidentemente com Humberto vivendo o mesmo papel. Para culminar, Joyce lembra bastante Melissa Cadore (Christiane Torloni) e a chegada da vilã Irene (Débora Falabella) deixará tudo ainda mais parecido, lembrando a Ivone (Letícia Sabatella). Mas resta aguardar.

"A Força do Querer" teve um começo cauteloso, evitando uma sucessão de acontecimentos. Nem mesmo as protagonistas apareceram de fato e houve uma preocupação em contar pedaços do enredo principal de forma mais serena. Quase uma tentativa de se aproximar do público lentamente. Os próximos capítulos poderão mudar essa impressão ou fixar a real intenção de Glória Perez.

30 comentários:

Fernanda disse...

Perfeitas colocações. Tava me escapando uma palavra pra definir a estreia e você encontrou: morna.

Anônimo disse...

Eu achei um porre. Dormi na metade. E Fiuk com papel importante???? Não dá.

Cássia disse...

Precisa análise. Também acho que a trama da mudança de sexo é a melhor e o jogo da Silvana também agrada. Já as 3 protagonistas sinceramente não gostei e nem senti falta. O drama do tal Fiuk também é uma chatice.

Cassandra disse...

Onde eu assino?

✿ chica disse...

Morna mesmo...Vamos esperar que esquente!!1 abração,chica

Gustavo Nogueira disse...

Também acho a estreia morna.E como você disse, isso não quer dizer nada porque muitas novelas começaram ótimas e depois decepcionaram, só o tempo vai dizer se a novela vai ser realmente boa ou não.Gostei das atuações do Dan Stulbach, Maria Fernanda Cândido, Lilia Cabral, Humberto Martins, Tonico Pereira e Juliana Paes.Achei Rodrigo Lombardi mais do mesmo, mas não comprometeu.Achei Fiuk muito fraco, vai ser difícil suportá-lo como protagonista.A única trama realmente que parece que será o ponto alto será a da transgênero Ivana.A trama das três protagonistas é uma incógnita, mas já achei aquela Bibi bem insuportável.

Gustavo Nogueira disse...

*Também achei a estreia morna.

Debora disse...

Olá Sérgio tudo bem???


Eu assisti o capítulo de ontem e também achei fraquinho... Vamos ver se a coisa vai melhorar agora...



Beijinhos;
Débora.
http://derbymotta.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

Eu dormi no meio. Nossa, que coisa CHATA!

Valentina disse...

Eu só gostei da trama da menina que será menino. Até o jogo da Silvana não tem estrutura prase sustentar por meses.Claro que andará em círculos.Comemorei o fim de A Lei do Amor, mas serão longos meses pela frente... essa novela tem tudo pra ser um sonífero.

Antonny Rangel disse...

Desculpa se estou sendo precipitado, mas Glória Perez tem uma mania irritante de fazer novelas lentas e barrigudas, então podem esperar, provavelmente A Força do Querer será bem lenta e devagar

Bianca disse...

Belo texto. Você conseguiu expor bem o que foi o primeiro capítulo de A Força do Querer. Me deu a impressão que a globo pediu pra Glória ir mais devagar nesse inicio para pegar de volta a confiança perdida do público nesse horário. E talvez ela consiga sim. Tenho pra mim que as três protagonistas serão apresentadas uma por dia e como deu a entender ontem o destaque maior hoje será da Ísis. Apesar de ainda não ter visto a Paolla realmente em ação a minha preferida já é a Bibi, da Juliana Paes. Gostei muito dela ontem que pra mim foi o destaque feminino do elenco. Além de tudo tem uma ótima química com o Emílio Dantas (excelente como Rubinho, o que não é surpresa.)
O destaque masculino eu fico com Dan Stubalch, simplesmente maravilhoso! Finalmente ganhou um papel a altura do seu talento, muito feliz com a volta dele a globo. Quem acompanha o Dan sabe o quanto ele é genial como ator e apresentador. Ainda falando do elenco fico muito feliz também com a volta do Celulari. Ele tem tudo pra brilhar muito nessa novela, gostei bastante do personagem dele apesar de ter aparecido pouco.
Adorei a Carol Duarte também. Nesse primeiro capítulo como era de se esperar ela teve cenas de pouco destaque porém mandou bem em todas. Como disse antes, tenho certeza que a história da Ivana será um dos pontos altos da trama. Estou ansiosa para ver como a Glória vai desenvolver tudo isso.
Concordo com a semelhança entre Caminho das Índias no núcleo da Ivana, creio que a autora já sabia que essas comparações seriam inevitáveis. Resta confiar nela e ver se ela vai saber contar de um jeito diferente histórias tão parecidas. Ao meu ver, A força do Querer não animou nem decepcionou e pra mim isso já tá muito bom. Prefiro uma estreia morna do que uma estreia arrebatadora que me decepcione lá na frente. Eu apenas espero que a personagem da Ju Paiva não fique apenas de orelha da irmã, que ela tenha trama própria.

Germana disse...

Olá Sérgio!!
Confesso que não espero nada dessa novela, por causa dos trabalhos anteriores da autora. Talvez por isso não tenha grandes reclamações do primeiro capítulo.
Gostei da pequena primeira fase. Cumpriu bem a função de apresentar os personagens e seus respectivos conflitos (embora o telespectador mais desavisado possa pensar que os protagonistas da novela são aquela família e não as três mulheres).
Concordo com a incômoda semelhança entre esses irmãos (que eu esqueci o sobrenome rs) e os Cadore. Parece até que o Raul se casou com a Melissa dessa vez e até o irmão focado na empresa é o mesmo Humberto Martins... mas também gostei da trama da Ivana, acho que vai roubar a cena.
Agora é aguardar os próximos capítulos para tirar conclusões mais definitivas.
No mais, é isso. Abraços!!

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
F Silva disse...

Algo a comentar...

Exatamente Sérgio, concordo plenamente...

É uma novela com cara de novela. Essa estreia cautelosa foi proposital. Novela boa é assim, vai chegando de mansinho, se apresentando ao grande público, despertando a curiosidade, mostrando a trama principal, se fazendo conhecer, sem grandes pretensões.

Foram assim os grandes sucessos de Janete Clair, da qual Glória bebeu da fonte, que dizia que novela é como um novelo de lã, você mostra a ponta e vai desfiando aos poucos. Eu acho que muitos jovens telespectadores não iriam suportar as tramas da Janete, iram rotulá-las de chatas, modorrentas, mornas, lentas, arrastadas, e blá... blá... blá...

A estreia de "A Força do Querer" é uma volta ao passado com um toque de modernidade. Não há ali a linguagem cinematográfica e ritmo seriado, que a Globo vem imprimindo em suas recentes produções...

... Não que isso tipifica algo negativo, de maneira nenhuma, porém vejo que a Globo, baseada nas impressões dos "famigerado" grupos de discussão, tem cedido ao gosto da maioria, que fugiu da tv, diante desse importante horário, com aquelas tramas de filtro escuro, tom taciturno, que vomitavam, em apenas um capítulo um monte informações, além de tratar de temas ainda polêmicos sem sensibilidade com as opiniões em contrário e de maneira leviana.

Glória irá tratar sim, de temas polêmicos, como a questão da identidade de gênero e vícios em jogo, só que diferentes de outros autores, fará uma abordagem mais inteligente, mais sensível, respeitando o caráter folhetinesco, estilo melodrama, sem querer "chutar a bunda" da família tradicional brasileira.

Deu certo, pelo menos até agora, o público reagiu bem, a audiência subiu, é uma novela pra ser saboreada e prestando a atenção na saga dos bons personagens criados por Glória.

Meus aplausos a todos os envolvidos, temos aí um bom produto para nos entretermos. Quem quer ver histórias com coisas pipocando a cada capítulo com ganchos extraordinários, não veja essa novela, vai procurar ver uma série. Tem muitas boas séries por aí... é só procurar...

Beijão Sérgio e até breve...

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Fernanda.

Sérgio Santos disse...

Fiuk é péssimo msm.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Cassia.

Sérgio Santos disse...

Embaixo, Cassandra...rs

Sérgio Santos disse...

Melhorou bastante, Chica.

Sérgio Santos disse...

A novela teve uma estreia mornam, Gustavo, mas agora tá bem bacana de acompanhar. Que siga assim.

Sérgio Santos disse...

Já melhorou, Debora. bjs

Sérgio Santos disse...

Entendo, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Aguardemos, Valentina.

Sérgio Santos disse...

Vamos ver, Antonny.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Bianca. E seu comentário está ótimo. Concordo.

Sérgio Santos disse...

Mt bom seu comentário, F Silva. Até breve!

Oathkeeper disse...

Pelo que foi apresentado, Jeiza pode ser mais uma grande personagem para Paolla Oliveira. A atriz, que em certo momento da carreira chegou a ficar conhecida por fazer mocinhas insossas (como Marina de “Insensato Coração” e Paloma de “Amor à Vida”), faz sua estreia ao lado de Glória Perez e tem nas mãos uma mulher de personalidade forte e bem-resolvida — após fazer sucesso com a sedutora Danny Bond de “Felizes Para Sempre” e a vilã Melissa de “Além do Tempo”. O desempenho de Paolla nas cenas apresentadas não lembra em nada seus papeis anteriores e já se percebe uma visível química com Pigossi. E por todo o seu conjunto de garra, auto-estima, empoderamento e segurança, Jeiza pode ser considerada o oposto de Érica, militar vivida por Flávia Alessandra em Salve Jorge, que vivia se arrastando e se anulando pelo cansativo mocinho Theo (Rodrigo Lombardi). Paolla vem em uma visível crescente e já deu amostras de que pode brilhar muito vivendo a policial.

Flavia disse...

Olá Sergio, desculpa pelo textão, rs! Eu não achei a estreia morna não e, passadas 3 semanas, posso dizer com gosto: que novelão é AFDQ. E um cala boca da GP em todos aqueles (me incluo) que duvidavam da capacidade dela em entregar uma boa novela. Tudo tem funcionado tão bem que os minutos passam rápido, termina o capítulo e já dá vontade de assistir o seguinte.
Isis nunca esteve tão linda e radiante, as cenas dela vestida de sereia são de encher os olhos de tanta beleza. Ela e a Ju Paes estão ótimas em seus papeis; Isis merecia voltar em grande estilo depois daquela novelinha insossa Boogie Oogie. Paolla também está ótima, nunca a achei tão boa quanto as outras duas, mas curiosamente sua personagem, Jeiza,é a que mais me conquistou, mesmo tendo a princípio a trama que parece ser a menos interessante. E forma com o Zeca na minha opinião o melhor casal da novela (sem nem estar formado ainda) tanto pelo tipo de casal quanto pela química certeira com o Marco Pigossi.
Estou aguardando ansiosamente a Bibi entrar pro mundo do crime. Foi a trama que mais tinha me chamado a atenção antes da estreia. Pela Bibi por enquanto dá um misto de pena e indignação por ela ter sido tão burra nas escolhas que fez.
Da Ritinha eu comecei gostando, mas agora estou com um pouco de ranço, e pelos spoilers acho que vou ficar ainda mais. Me incomoda o julgamento seletivo das pessoas, principalmente fãs da Isis que acham lindo tudo o que a personagem faz. Dá pra gostar do personagem e criticar suas atitudes. O engraçado é ver quem odiava a Amora, tachando-a de vilã, aplaudindo a Ritinha. Amora tinha defeitos e até cometeu crimes, mas ela amava e se importava com outras pessoas. A Ritinha só ama ela mesma e mais ninguém. Ela mente com naturalidade e manipula as pessoas. Nesse sentido, ela é muito mais vilã que a Amora. E sempre joga a culpa das coisas que faz nos outros.
Concordo com a Kogut e com o Ricco no destaque ao Marco Pigossi. Eu gostaria de ver ele interpretando um vilão, mas mesmo na sequencia de mocinhos, ele nunca se repetiu. Os personagens eram diferentes e ele soube dar diferentes pra eles, ao contrário do que dizem aqueles que torcem o nariz pra ele. Sei que você não é uma dessas pessoas, só acho injusta a sua definição de que ele só faz mocinho mala. O Zeca não é mala, é um machista de ideias antiquadas (e felizmente corrigível). A GP foi muito inteligente em colocar um pouco de humor no texto do Zeca e o MP está aproveitando (só pelo humor já dá pra ver que os mocinhos não são todos iguais). O Bento não era mala, era solar, foi ficando sisudo ao se relacionar com a Amora e voltou a ficar solar quando rompeu os laços com ela no último capítulo, pra então reencontrar a nova Amora; ele era chato sim, quando discutia com a Amora, mas ela não estava sempre certa e essa chatice dele era até necessária pra o desenvolvimento da historia dela; fora que p Bento tinha outros conflitos, ele era adorável com a avó. Juvenal e Rafael de Boogie Oogie eram personagens rasos e irrelevantes, apenas bonzinhos, mas não malas. O Dante você pode até chamar de mala, mas assim como o Bento era um personagem de densidade, antes personagens assim do que vilões ou mocinhos rasos.
Acho que a única coisa equivocada é a escalação do Fiuk. O Ruy por si só já é o personagem mais odiável da novela e com o Fiuk interpretando fica ainda pior. Escolheram tão bem a Carol Duarte pro papel de Ivana e esqueceram de escolher bem um dos protagonistas. Ele é tão destoante do resto do elenco, não tem expressão, não tem carisma. E forma um par muito esquisito com a Isis. Aliás, nesse ponto há duas coisas destoantes: Fiuk com Isis e Ruy com Ritinha, é impossível pra mim torcer por um casal que começa por interesse e com traição dos dois lados. E sinceramente acho impossível que Ruy e Ritinha terminem a novela juntos. Acho que a Gloria Perez só faria isso se o casal fizesse muito sucesso, o que não é o caso. seria Ruy o novo Bahuan, rs?

Sérgio Santos disse...

Flávia,escreva quantos textões quiser. O espaço é pra isso. E assino embaixo de todo seu comentário. Eu tb não dava nada pra essa novela e ela tá me conquistando. Mas a estreia em achei morna mesmo. Um capítulo até tedioso. Só que depois engrenou e agora está muito boa. ótimo o seu comentário sobre Amora e Ritinha. E fui injusto com o Zeca. O taxei de mala pela primeira semana, mas ele é gente boa.Mas os outros mocinhos todos dele eu achei malas,sim, incluindo o Bento, mesmo tendo shippado Amorento imensamente. Fiuk é péssimo demais... Grande erro. Tb achoque a tramada Bibi pode decolar e ada Jeiza é amais atrativa até agora. Aguardemos. bjsssss