quarta-feira, 22 de outubro de 2014

"Torre de Babel": a polêmica novela de Silvio de Abreu

No dia 25 de maio de 1998, estreou no horário nobre da Globo "Torre de Babel", novela substituta de "Por Amor", sucesso de Manoel Carlos. A trama ficou no ar até 15 de janeiro de 1999, sendo substituída por um dos maiores fracassos da emissora: "Suave Veneno", de Aguinaldo Silva. A história de Silvio de Abreu apresentou alguns problemas iniciais, mas o autor conseguiu revertê-los, transformando sua produção em um sucesso.


Dirigida por Denise Saraceni, a trama começa em 1978, contando a vida de José Clementino (Tony Ramos), um homem humilde que trabalha na construção de um prédio, que faz parte de uma das muitas obras da construtora do rico engenheiro César Toledo (Tarcísio Meira). Durante uma festa, em comemoração ao final das obras, o protagonista sente falta de sua esposa. Ao encontrá-la, o rapaz a vê tendo relações com dois homens e surta. Acaba matando a mulher e um dos homens a golpes de pá. Uma situação fortíssima e ousada para uma novela, mostrando a coragem de Silvio de Abreu em sair do lugar-comum.

César, que também estava no evento, ouve os gritos, contém o empregado com a ajuda de outros operários e chama a polícia. Clementino é preso e o testemunho de seu chefe é decisivo para a sua condenação: 19 anos de prisão. Vinte anos se passam e a novela inicia uma segunda fase, baseada na saída do protagonista da prisão, que busca vingança contra a família Toledo.
A história era fascinante e típica de um folhetim, ao mesmo tempo que ousava com uma situação forte demais até mesmo para uma produção das nove.

O curioso é que o autor precisou alterar um pouco a personalidade de Clementino por conta da rejeição do público, que não aceitou ver Tony Ramos viver um tipo tão assustador e agressivo, após ter interpretado tantos tipos íntegros. Mas este não foi o único problema da trama. O casal homossexual Rafaela e Leila, interpretado por Christiane Torloni e Silvia Pfeifer, não foi aceito pelo telespectador conservador. E a trama do viciado Guilherme (Marcelo Antony), filho problemático de César e Marta (Glória Menezes), foi outra que sofreu estranhamento, devido às fortes cenas do rapaz injetando drogas em seu corpo.

Como se nota, Silvio de Abreu quis presentear seu público com várias situações fortes e polêmicas, o que é sempre válido. Pena que na época nada disso tenha sido bem compreendido. E a solução do autor foi simples, ao mesmo tempo que responsável pela grande virada da trama, até hoje lembrada pelos telespectadores: a explosão do Shopping Tropical Towers.

Clementino inicia seu plano de vingança e arruma um emprego de vigia no shopping, com o intuito de colocar explosivos no prédio, destruindo um dos grandes empreendimentos de César Toledo, mas sem ferir inocentes; ou seja, detonando as dinamites com o prédio vazio. Entretanto, algo sai errado: todos os artefatos e seus planos escritos desaparecem do ferro-velho onde ele vive com seu pai (o violento Agenor - Juca de Oliveira), os meio-irmãos (Gustinho - Oscar Magrini e Boneca - Ernani Moraes) e com sua filha mais nova, Shirley (Karina Barum), que sofre com um defeito físico na perna.

Os explosivos acabam sendo acionados no dia seguinte ao desaparecimento, com o shopping em funcionamento, o que resulta em uma grande tragédia, matando várias pessoas, entre elas, Rafaela, Leila e Guilherme. A cena da explosão foi antológica e marcou a teledramaturgia, com um show de efeitos especiais. O mistério em torno do 'quem explodiu' (ao invés do 'quem matou') passou a dominar a trama, despertando interesse do público e imprimindo um tom policial na história.

No final da novela foi revelado que o responsável pela explosão era Sandrinha (Adriana Esteves, que brilhou do início ao fim na pele da vilã interesseira), filha mais velha de Clementino, que nunca perdoou o pai por ter matado sua mãe. Vale destacar também uma outra grande vilã da trama, interpretada com brilhantismo por Cláudia Raia: a psicopata Ângela, que nutria um amor-platônico por Henrique Toledo (Edson Celulari).

Entre outros bons núcleos do folhetim, é preciso lembrar do protagonizado pela milionária hipocondríaca Deolinda Falcão e seu mordomo Cláudio, interpretados com maestria pelos saudosos Cleyde Yáconis e Carvalhinho. Havia também a dupla dinâmica Bina e Luzineide (a muda que se revelou uma faladeira no último capítulo), vividas por Cláudia Jimenez e Eliane Costa, onde uma impedia a outra de falar. E foi nesta novela que surgiu um dos personagens mais marcantes da teledramaturgia: o Jamanta (ótimo Cacá Carvalho), que sofria de problemas mentais e teve seu bordão "Jamanta não morreu!" na boca do povo ---- o sucesso foi tanto que Silvio o trouxe de volta em "Belíssima", anos depois.

E, como toda produção do autor, o elenco era primoroso. Além de Tarcísio Meira, Glória Menezes, Tony Ramos, Cláudia Raia, Cleyde Yáconis, Carvalhinho, Adriana Esteves, Edson Celulari, Christiane Torloni, Cláudia Jimenez e Juca de Oliveira, tinha também Etty Fraser, Stênio Garcia, Maitê Proença, Natália do Vale, Letícia Sabatella, Irving São Paulo, entre tantos outros.

"Torre de Babel" foi mais uma grande novela de Silvio de Abreu e, apesar das dificuldades iniciais, foi uma grandiosa produção, que deixou sua marca na história da teledramaturgia e no horário nobre da Globo.

59 comentários:

Vitor disse...

Gostei dessa novela. Só não gostei da Ângela Vidal. Cláudia Raia é ótima na comédia, mas como vilã o público sempre rejeita ela. Foi assim nessa novela, em Sete Pecados e em Salve Jorge

Vitor disse...

Mas amei a Adriana e o Tony. Os dois salvaram a novela. Outra que também arrasou foi a Cláudia Jimenez. Bina era ótima

Anônimo disse...

Essa novela foi excelente e até hoje acho um absurdo terem rejeitado temas tão bem escritos pelo autor. Gostei muito dessa recordação. Ainda lembro da música da Sandrinha: Só no sapatinhoooooo ôô...

Anônimo disse...

Pra mim essa novela não fede nem cheira. O que marcou mesmo foi aquele "shopping" tosquérrimo e falso da novela, coisas pós-projac. E pensar que era o cenário principal. Silvio de Abreu tem um estilo de comedia que combina com os irreverentes anos 80(Sassaricando, Cambalacho, Guerra dos Sexos...), nos anos 90 em diante seu estilo não colou mais, outra chatissima é A Proxima Vitima, sua fraca reprise no viva mostrou isso, novela superestimada.

Ricardo disse...

Eu lembro que a novela teve seus problemas, mas acabou superando eles no final. E para variar, eu nao acertei meu palpite sobre quem explodiu o shopping na época, rs.

Gustavo Nogueira disse...

Não assisti a essa novela Sérgio, então não posso julgar se foi boa ou ruim.Acho a Cláudia Raia talentosa, mas como vilã ela não dá certo na minha opinião.Achei ela artificial como a vilã Ágata de Sete Pecados e péssima como a vilã Lívia Marine de Salve Jorge.Mas não posso julgar a atuação dela nessa novela, uma vez que não assisti.A trama realmente tem um ótimo elenco.A Adriana Esteves deve ter brilhado bastante como a vilã Sandrinha.Vou tentar acompanhar na Internet se estiver disponível, realmente parece ser uma ótima novela.

juliana s disse...

Sérgio, não lembro muita coisa dessa novela. quando passou só tinha 11 anos.
Só sei que não gostei muito, principalmente do personagem do Tony Ramos, mas ele é um grande ator. Gostava da Sandrinha, do Jamanta. E o mistério de quem explodiu shopping foi o melhor, bjsssss

William O. disse...

Essa novela foi muito boa e ousada demais para a época. Por isso foi mal compreendida no início. Mas Silvio é um mestre e conseguiu reverter o jogo colocando a novela na história. A explosão do Shopping foi antológica e todo mundo se lembra. Efeitos especiais que impressionaram para a época. Gostei da retrô.

Melina disse...

Sérgio, querido, amei essa novela e lembro de tudo o que vc bem detalhou no texto. Até a Cláudia Raia de vilã estava bem. Jamanta marcou muito e a explosão foi histórica. Quando o Silvio volta? Estou com saudades das novelas dele. Um beijo.

Anônimo disse...

Vc soube que Christiane Torloni e Silvia Phfeifer vão contracenar em Alto Astral que é supervisionada pelo Silvio? Gostei dessa notícia pq Torre de Babel foi mt injustiçada no começo. Que bom que depois o justo sucesso veio.

Patricia Galis disse...

Foi uma ótima novela mesmo e bem lembrado o Jamanta virou bordão rs..

MARILENE disse...

Sergio, quando você nos faz relembrar ótimas novelas, como nessa postagem, fico pensando onde foi se esconder a criatividade de nossos autores, já que as atuais não marcam como as mais antigas. Bjs.

Maxxi disse...

Nunca tinha lido um resumo tão interessante dessa produção... Realmente, essa novela foi um divisor de águas e mostra a incrível ousadia do Silvio de Abreu... Essas inovações, tão bem vindas hoje, infelizmente foram incompreendidas outrora...


Agora, Sérgio, não compreendi uma coisa. Você disse que Cláudia Raia levou sua Ângela com brilhantismo, porém é a primeira vez que ouço uma crítica positiva quanto a esse trabalho.

Enfim, saudades dessas novelas dos anos 90 (vide Explode Coração, Terra Nostra, Por Amor, O fim do mundo). Pena que nunca a veremos no Vale a pena ver de novo.

Vera Lúcia disse...


Sérgio,

Sem dúvida, uma excelente novela. Confesso que já havia me esquecido de alguns detalhes, tão minuciosamente e bem traçados em sua excelente análise.

Beijo.

Raquel disse...

Oi Sérgio!

Adoro que vc é fã do Sílvio como eu e sempre fala das suas novelas. É muito bom relembrar seus grandes sucessos.

Me lembro que eu gostei muito de Torre de Babel, mas eu só comecei a assistir depois da explosão do shopping. Então nem sei dizer se esses temas que vc falou foram bem abordados ou não, mas eu lembro que o resto da novela eu acompanhei loucamente. E se realmente a novela começou no fracasso, SDA é um monstro pelo o que fez com a novela depois.

Lembro que a Adriana Esteves realmente arrasou como a Sandrinha. Na época de malandra e na época da redenção. Tanto que eu me acabei de torcer pra ela voltar com o personagem do Marcos Palmeiras (acho que era Álvaro o nome dele?) e achei muito linda a época em que ela o sequestrou o levando para uma ilha deserta (provavelmente fazendo auto-referência por Guerra dos Sexos). E tem gente que acha que Clara foi pioneira em enganar todo mundo. ;)

Também queria citar a Shirley e o Alex (Danton Mello) que você não mencionou no seu post. Eu amava muito aquele casal que ainda era embalada pela maravilhosa Corazón Partio do Alejandro Sanz. Muito legal ele ter tido um acidente e ficado meio deficiente como ela tb. :) Sem falar que deu toda a auto-estima que ela precisava e que era retirada pela irmã Sandra.

Lembro que a descoberta de quem explodiu o shopping realmente parou o Brasil. Sandrinha sambou até o final. Bons tempos...

Andressa Mattos M. disse...

Sérgio, eu sempre gostei dessa novela desde o início. E como naquela época não tinha muita internet ainda ficava sabendo dessas rejeições pelos jornais mesmo. E nunca entendi. Mas o Silvio é competente e conseguiu virar a situação a seu favor com essa explosão marcante. O Tony impressionou com o agressivo Clementino e o Jamanta era muito bom. "Jamanta não morreu!" Adriana Esteves conseguiu reverter o massacre que sofreu em Renascer com a Sandrinha que foi um sucesso. E lembro até hoje da saudosa Cleyde Yáconis vivendo essa perua hipocondríaca. Depois foi descoberto que os remédios que o mordomo dava eram apenas balinhas, lembra? Beijo.

Anônimo disse...

Já que você Sergio esta acompanhando A Fazenda vou comentar por aqui mesmo uma coisa já que não tenho twitter, o tal de DH que você tanto torce esta se revelando, ontem chamou a Babi de burrinha por trás e deu um coice na Helô de graça, a grande amiga dele. Com direito a palavrão e tudo. Não foi ele que acusou o Robson de dar coice? E a Heloisa também esta perdendo a minha simpatia e a do publico: não deixa ninguém falar, é a dona da verdade, e ainda enche a cara nas festas a ponto de trocar as pernas e fazer todos levarem punição por não cumprir suas tarefas no dia seguinte. Que feio! E ainda diz que vai processar o Felipeh por chama-la de bêbada, oh, o que ela é então? Pra mim ali dentro só a Sorvetão, a Babi e a miss é que tem caráter, DH e Helô caíram muito no meu conceito e do publico.

Vinícius disse...

São poucos os autores que conseguem reverter um fracasso iminente em um sucesso. Silvio é um desses que conseguiram. Walcyr também conseguiu isso em Sete Pecados e Morde e Assopra. Em Torre de Babel o autor reverteu os problemas em soluções e deu uma guinada e tanto com a explosão do Shopping. Vários personagens marcaram entre eles Clementino, Sandrinha e Jamanta. Muito bom seu texto.

Anônimo disse...

Elenco de peso, personagens bem escritos, trama cheia de suspense. Isso é Silvio de Abreu.

Anônimo disse...

O problema desse blog é que só lembra de novelas flop, deve ser devido a "pouca" idade do autor. Se era pra falar do Silvio de Abreu que fosse com Cambalacho, Sassaricando, Guerra dos Sexos, Vereda Tropical e não essa fracassada Torre de Babel. Depois do Flop do Vampiro agora mais essa.

Anônimo disse...

E antes que o teimoso bata o pé que a novela foi um sucesso eu lembro que a novela só teve 3(três) capítulos com boa audiência: o primeiro, o da explosão e o ultimo. No geral a novela ficou abaixo do esperado. Consulte qualquer site especializado e comprove.

nurys carela disse...

Graças a sua descrição eu gostaria de vê-lo

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Gostei da novela, especialmente da atuação do Tony Ramos e da Adriana Esteves.

Amanda Ventura disse...

Sérgio, esta novela não foi marcante para mim, pois nem me lembrava muito bem do enredo. Mas à medida que você descrevia os personagens eu fui me lembrando.

O que eu acho mais interessante é ver como a mentalidade do público mudou em 15 anos. Antes Rafaela e Leila foram rejeitadas e precisaram ser explodidas como saída para driblar o impasse. Recentemente o público torceu por Félix e Nico, Clara e Marina, e se emociona com Xana Summer.

Antes de Torre de Babel, Silvio de Breu já havia ousado ao criar outro casal que deu o que falar em A Próxima Vítima, formado por André Gonçalves e Lui Mendes. Além de homossexuais, um era branco e o outro negro. Não me lembro qual foi o destino dos personagens, mas na época André Gonçalves chegou foi agredido na rua.

Sobre a rejeição ao personagem de Marcelo Anthony, vale lembrar que poucos anos depois a novela O Clone também abordou a questão das drogas através dos personagens de Débora Falabella e Thiago Fragoso, e a história teve aceitação.

Anônimo disse...

O casal de lésbicas estava na sinopse que ia morrer, igual a vários personagens que sumiram na explosão. Na verdade apenas uma delas mas o Silvio de Abreu resolveu matar as duas na explosão e depois uma delas reapareceu na historia e depois descobriu que era irmã gêmea da personagem da Silvia Pfeifer, nada tem a ver com preconceito, ate porque varias novelas antes já mostraram casais lesbicos e gays e foram muito bem aceitos pelo publico. Antigamente as pessoas eram ate muito mais liberais que hoje, a própria Cristiane Torloni protagonizou cenas quase explicitas de lesbianismo na segunda versão de Selva de Pedra em 86 e ninguém reclamou, pelo contrario, sua Fernanda virou um sucesso. E outra novela que me lembro agora que teve casal gay bem antes de Torre de Babel foi Mico Preto, onde no fim ate se "casavam" com direito a selinho e tudo, muito antes de Amor a Vida.

Bia Hain disse...

oi, Sérgio, como vai?
Eu lembro dessa novela... a cena da explosão é antológica! Lembro também que a personagem de Adriana Stevez sempre ajetiava a calcinha em cena, kkkk, além de estar sempre mascando chicletes. Um abraço!

Clau disse...

Oi Sérgio,
As cenas que entre maio de 98 a janeiro de 99,
tiveram uma certa rejeição do público,
devido a situações fortes e polêmicas,
se fossem ao ar hoje, seriam até 'lights'.
Hoje, o que aparece nas novelas,
o povo gosta e aprova praticamente tudo...
parece que o telespectador não fica chocado com nada.
Gostei de relembrar a trama de 'Torre de Babel'!
Bom fim de semana, bjs!

Sérgio Santos disse...

Vitor, não gostei da Cláudia como vilã em Sete Pecados e em Salve Jorge, mas gostei mt em Torre de Babel. abçs

Sérgio Santos disse...

Concordo com vc, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Realmente, anônimo, se nem do fenômeno A Próxima Vítima vc gosta n]ao tem como ter gostado da ótima Torre de Babel.

Sérgio Santos disse...

Eu tb acertei, Ricardo. E Silvio conseguiu reverter os problemas a seu favor. Foi mt bom. abçs

Sérgio Santos disse...

Gustavo, eu achei a novela excelente mesmo e te aconselho a ver caso possa. A Cláudia nessa novela se saiu mt bem como vilã. Eu gostei mt. Abçssss

Sérgio Santos disse...

Essa novela era mt forte pra quem tinha 11 anos, Juliana. Mas eu nem posso falar mt pq tinha pouca idade tb. rs E foi uma ótima novela pra mim. bjssss

Sérgio Santos disse...

Concordo, William, e os efeitos especiais foram mesmo incríveis. A explosão do Shopping foi épica.

Sérgio Santos disse...

Melina, foi boa, né? Olha, infelizmente o Silvio não volta tão cedo. Pelo menos até 2018. Ele virou o chefe do departamento de teledramaturgia da Globo e está supervisionando as sinopses dos autores. Ele por enquanto ficará msm na supervisão como é o caso de Alto Astral. Uma pena pq ele é um dos meus autores preferidos. bj

Sérgio Santos disse...

Soube sim, anônimo. E achei a sacada ótima.

Sérgio Santos disse...

Jamanta foi um clássico, Patrícia. Tanto que voltou em Belíssima. bj

Sérgio Santos disse...

Pois é, Marilene, mas ainda temos boas novelas. bjão

Sérgio Santos disse...

Puxa, Maxxi, mt obrigado. Fico feliz que tenha gostado. E eu gostei mt mesmo da Cláudia de vilã nessa novela. Ela imprimiu um tom perfeito pra psicopatia da personagem.

E tomara que reprisem no Viva, quem sabe. abçs

Sérgio Santos disse...

Que bom que gostou, Vera. bjsssss

Sérgio Santos disse...

Sou fã mesmo, Raquel. Silvio é um dos meus autores preferidos e essa novela foi boa demais. A fase que a trama sofreu com a baixa audiência foi tão boa quanto a que deu uma guinada. O autor foi um mestre em todos os desdobramentos.

Acho que era esse o nome dele sim e tb achei ótima essa cena da ilha que foi mesmo uma clara menção a Guerra dos Sexos. Sandrinha colocou Adriana em evidência após o massacre que ela sofreu em Renascer. Foi uma vilã excelente.

Não citei esse romance mesmo e só citei a Shirley como integrante do núcleo do Clementino, mas vc fez uma boa lembrança. Essa música do Alejandro foi um estouro. Bons tempos mesmo. bjs

Sérgio Santos disse...

Andressa, vc tem boa memória. Os remédios que o mordomo dava eram mesmo balinhas de açúcar. Saudades da Cleyde, sempre presente nas obras do Silvio. A novela sofreu uma rejeição inicial mt injusta mas ainda que que o autor reverteu. A Adriana ganhou um novo status com essa novela, fato. bjs

Sérgio Santos disse...

Gosto do DH, da Babi, Helo, Sorvetão e Debora, anônimo. Mas não acompanhado a fundo para saber mt sobre o que eles fazem diariamente.

Sérgio Santos disse...

Vinícius, ótimo comentário. Walcyr e Silvio sabem mesmo reverter problemas com a novela em andamento. Não é à toa que estão na minha lista de autores preferidos. abçs

Sérgio Santos disse...

Fato, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Sabe o que é engraçado, anônimo? Vc que se julga tão entendedor, só valoriza a audiência. Se foi baixa, pronto, é um lixo. Não importa o conteúdo, a trama, o elenco, nada. Vc acha uma novela de 98 recente? Ok.

Sérgio Santos disse...

Nurys, que bom te ver aqui! =) bjão!

Sérgio Santos disse...

Eu tb, Elvira.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Amanda, curioso isso, né? E uma pena que o casal tenha sido rejeitado. Mas é verdade, sobre a questão das drogas, em O Clone foi bem aceita.

Eu adorei essa novela e o autor estava inspirado quando escreveu. Outra boa lembrança, em A Próxima Vítima teve tb um casal gay, que englobava até a questão racial, e o Andre foi agredido mesmo. Bjs e desculpe a demora em responder.

Sérgio Santos disse...

Desculpe, anônimo, mas como não teve preconceito? O próprio autor admitiu isso e as atrizes tb. Ele eliminou os personagens rejeitados na explosão. E claro que teve casais gays antes, até msm em A Próxima Vítima, do mesmo autor.

Sérgio Santos disse...

Tudo indo, Bia. Ela sempre se ajeitava mesmo e andava feito uma periguete. Aliás, esse termo nem existia na época. Bjsss

Sérgio Santos disse...

Obrigado pelo comentário, Clau. bjssss

Claudio Aparecido Reis Reis disse...

A novela era boa enquanto era ruim,
que paradoxo né?
Depois da explosão virou mais do mesmo...

Cláudio Gomes disse...

Torre de Babel voltará no VIVA a partir de 10/10, no lugar de Meu bem meu mal. Saem Porfírio e Isadora Venturini e entram Jamanta e Sandrinha. Vem mais Adriana Esteves por aí...

Anônimo disse...

Torres nas babel foi até uma boas novéla, teve bons destaques nela, mas vou me limitar a falar de apenas um deles, a boazuda-putona, assim como alta no tamanho, cláudia raia. Uma péssima interprete de personagens de tv, ela não é atriz aqui e muito - em nenhum lugar desse nosso mundo cão!.

Unknown disse...

Eu gostei tanto que estou acompanhando torre de babel no canal viva nao vejo nada demais nesta novela amo muito torre de babel

Elizangela Melo disse...

Eu gostei tanto que estou acompanhando torre de babel no canal viva nao vejo nada demais nesta novela amo muito torre de babel

P H Amorim disse...

Anônimo querido Torre de Babel terminou com uma média maior que Por Amor.

Beth Montana disse...

Olá. Passei aqui só pra dizer que não acho Torre de Babel essas coisas todas.
Nem sei porque o Viva tá reprisando.
Desse jeito, posso sonhar com uma eventual reprise de Passione, que também começou em baixa, mas bombou no fim e tinha personagens interessantes (sdds Clara e Fred)
Se fosse exibida agora (2016) no horário das 9, Torre de Babel fracassaria novamente, mas talvez nem se recuperasse.
Notei que esse post é de 2014 e você relembrava novelas antigas, mesmo que fracassadas (vide O Beijo do Vampiro), podia voltar com isso e falar algo sobre A Padroeira (vai reprisar na TV Aparecida ano que vem), Desejo Proibido (na minha humilde opinião, fracassou injustamente) e Andando Nas Nuvens (eu amava essa novela, não me canso de rever suas cenas pela internet)